Terça-feira, Abril 24, 2007

O Tesouro




Antes de acontecer o dia 25 de Abril de 1974 no nosso país , as pessoas viviam , tristes , solitárias,preocupadas e com muito medo. As pessoas viviam tristes porque lhes tinham roubado a Liberdade. Os portugueses estavam proibidos de ler alguns livros , de ver alguns cinemas ouvir algumas músicas , de viajar para outros países, de beber coca-cola. As mulheres não podiam usar calças, não se podiam reunir em grupos e não podiam ser polícias e escolher outras profissões que gostariam de ter. No dia 24 de Abril os militares decidiram reconquistar a Liberdade de forma pacífica. As pessoas saíram à rua muito felizes e cantavam e gritavam "Viva a Liberdade". Agora a Liberdade está nas nossas mãos há 33 anos e não podemos permitir que alguém nos roube este Tesouro. Temos de cuidar dele e continuar a fazer florir os cravos todos os dias.

2º Ano - C

O meio ambiente

O meio ambiente é a nossa melhor riqueza, deve ser preservado. As alterações da Natureza afectuadas pelo Homem, quando exageradas e sem controlo, destroem o mundo em que vivemos.Todos os anos, a floresta portuguesa tem vindo a ser destruída pelos incêndios. A turma do 3º A alerta a todas as pessoas que devem tomar algumas atitudes, de forma a preservar a Natureza :
- Reciclar.
- Evitar utilizar insecticidas e pesticidas.
- Colocar o lixo nos caixotes.
-Limpar as florestas.
-...
- Nós, 3º ano A, já contribuímos para tornar o meio ambiente mais rico:
PLANTÁMOS UMA ÁRVORE na nossa escola.
3º Ano - A





































Quinta-feira, Abril 19, 2007

Aquilo é que é um artista


Um oleiro é um amigo
com quem podemos contar
faz obras de arte
para podermos apreciar.

Isto é que é um artista
não é pegar numa bola
é mais artista
que um jogador de bola.

Quando for grande
continuarei a gostar
destas pessoas que fazem obras de arte
para nos mostrar.

Ana Beatriz-3ºB

O oleiro veio à nossa Escola


No dia 16 de Abril,o oleiro veio à escola.É giro vê-lo a trabalhar,faz peças incríveis como: moinhos, corações, sóis, luas, mealheiros, jarras, e.t.c.
As peças que estavam pintadas custavam 5,00euros e as que não estavam pintadas 2,50euros. Com o dedo mexemos no barro.


Ana Beatriz - 3ºB

Quarta-feira, Abril 18, 2007

Os animais nossos amigos




O rato cinzento




Os ratos mais comus são os cinzentos de orelhas cor-de-rosa por dentro, com as quais conseguem ouvir o mais pequeno barulho.Têm cauda comprida, bigodes que estão sempre a mexer, olhos pretos brilhantes, focinho comprido para cheirarem as coisas e a comida.
A mãe rata é muito cuidadosa com os seus bebés. Tem 6 a 8 filhotes de cada vez e pode ficar grávida 6 vezes por ano.



Catarina Magalhães - 2º ano A




O tubarão

O meu animal preferido é o tubarão.
Os tubarões vivem nos oceanos do nosso planeta há cerca de 430 milhões de anos, o que quer dizer que já existiam quando os dinossauros desapareceram da terra!
Existem cerca de 400 espécies diferentes de tubarões. Variam em forma, tamanho e cor.
Os tubarões são animais predadores ou seja caçam os peixes de que se alimentam.
Apesar de terem a fama de terrores dos mares os tubarões normalmente, não atacam as pessoas.

Pedro Borges e João Ramos – 2º ano – A



O Leão


O leão e a leoa são mamíferos e muito fortes.
Eles têm pêlo castanho amarelado.
O leão tem uma juba castanho avermelhada para ser mais majestoso.
Nasce sem juba e só aparece por volta dos 2 anos.
O leão normalmente tem entre os 2 metros e meio e 3 metros de comprimento.
Ele é o rei dos animais.

Lucas Spindola – 2º ano – A

Terça-feira, Abril 17, 2007

O oleiro veio à nossa escola



Hoje dia 16 de Abril o Oleiro veio à nossa escola. O Oleiro chama-se Carlos. Aprendemos que se corta barro com um garrote e também a fazer desenhos no barro. O senhor já trabalha há 22 anos e faz peças de barro espectaculares. O Oleiro também vendeu peças de barro e esse dinheiro é para construir uma Olaria ao vivo. Os Oleiros trabalham não só para ganhar dinheiro , mas também para divulgar esta profissão. Eu acho que os Oleiros fazem o seu trabalho do fundo do coração. Fizemos 3 peças e o Oleiro trouxe peças pintadas e por pintar . Eu e os meus colegas hoje aprendemos muito sobre o barro , mas só ouviram as partes que gostaram.





Sofia Grosso - 3º ano - A

Sexta-feira, Março 23, 2007

O meu animal preferido


O meu animal preferido é o gato.

Eu brinco com a minha gata, jogo à bola com ela e divirto-me muito.

Miguel Mendes - 2º Ano - C
Os gatos são meiguinhos e por isso são os meus animais preferidos.
Os gatos pertencem ao grupo dos mamíferos e têm as características dos mamíferos: têm o corpo coberto de pêlos, mamam quando são pequenos e são vivíparos porque nascem da barriga da mãe. Alguns vivem na rua, outros em casa e estes são animais domésticos.
Estes bichos são carnívoros porque comem peixe e carne.
Os gatos domésticos comem granulado de peixe e de carne. Eles respiram por pulmões. Os gatos não ajudam o homem mas fazem-lhe companhia. Eu tenho dois gatos que se chamam Pascoal e Joséfa e brinco com eles. Às vezes apanho os cócós deles e faço a mudança da água.
Telma Cristina - 2º Ano - C

Visita de estudo

No dia 19 de Março, pelas 9.00 h, saímos da escola para fazer uma visita de estudo ao Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa.
O autocarro era azul e tinha dois andares para caberem as três turmas do 4.º ano.
Fomos para Lisboa pela A2, passámos pela Ponte 25 Abril e parámos junto à Torre de Belém.

A Torre de Belém foi mandada construir pelo rei D.Manuel I, em 1514, em honra do Patrono de Lisboa, S.Vicente. É um monumento de estilo Manuelino. www.mosteirojeronimos.pt
Depois, vimos uma réplica do hidroavião utilizado por Gago Coutinho e Sacadura Cabral, na primeira travessia do Atlântico Sul, entre Lisboa e o Rio de Janeiro
O Padrão dos Descobrimentos foi inaugurado em 1960, para comemorar os 500 anos da morte do Infante D. Henrique, o grande impulsionador dos Descobrimentos.


Depois de entrarmos no Centro Cultural de Belém, visitámos o Mosteiro dos Jerónimos. Foi mandado construir pelo rei D. Manuel I, sob a orientação de Mestre Boitaca. Este monumento é de estilo Manuelino. www.mosteirojeronimos.pt
Almoçámos no jardim em frente ao Mosteiro dos Jerónimos e fomos aos Pastéis de Belém, uma casa muito antiga fundada em 1837.



Cerca das 14.00 h fomos ao Palácio Nacional da Ajuda. Foi mandado construir depois do Terramoto de 1755. Apenas o Rei D. Luís I, a Rainha D. Maria Pia e os Príncipes D. Carlos e D. Afonso ali residiram.
Visitámos várias salas do rés-do-chão e ficámos a saber como a família real vivia o seu dia-a-dia.

Subimos ao terceiro andar e vimos a Sala do Trono. Estava a ser preparado um Jantar de Gala para receber o Presidente da República do Gana.
Das janelas do Palácio apreciámos uma vista fantástica sobre o Rio Tejo.
Turma A - 4.º Ano

Terça-feira, Março 13, 2007

Dia internacional da Mulher


Mulheres sinceras,
Unidas e trabalhadoras.
Lindas como uma flor.
Homens que se
Esquecem do trabalho doméstico e são
Rezingões de primeira.
Texto escrito pela Mariana e pela Cristiana do 3º A

A ida ao teatro


No dia7 de Março fui ver o teatro "O Princinpezinho" a Lisboa com a minha turma. O teatro "O Principezinho" foi retirado da obra de Antoine Saint Exupery e encenado por Filipe Lá Féria. Quando entrámos vimos muitas estrelas e uma avioneta e cada um sentou-se no seu lugar.Este teatro mostra-nos principalmente a amizade e a solidão. Oprincipezinho vivia num planeta muito pequeno e ele tinha uma flor cheia de problemas. O principezinho já estava cansado de a aturar e foi-se embora . Na sua viagem passou por muitos planetas e em todos os planetas havia muita solidão e as pessoas dedicavam-se sempre a uma coisa mais esquesita do que a outra.Mas quando chegou ao planeta Terra encontrou uma raposa que lhe disse que às vezes as coisas mais importantes tonam-se invisiveis, só se viam com o coração.No final o aviador concertou a sua avioneta e foram-se embora.

Texto escrito pela Cristiana e pelo Bernardo - 3º A

Sexta-feira, Março 09, 2007

Os ovos misteriosos


Era uma vez uma galinha que todos os dias punha um ovo. A galinha andava muito zangada com a dona porque todos os dias lhe tirava os ovos.
Um dia a galinha fugiu para a mata. Apenas chegou fez um ninho muito bem feito e pôs um ovo. Antes de começar a chocá-lo foi encher a barriga de comida. A galinha demorou-se muito tempo porque ainda não conhecia a mata. Quando voltou ficou espantada ao ver o ninho cheio de ovos de todos os tamanhos e feitios. A galinha começou a chocar os ovos . Passado algum tempo estalou o primeiro ovo e saiu de lá um bicharoco de bico retorcido que era um papagaio. No dia seguinte nasceu uma serpente comprida e sarapintada. Na mesma tarde a galinha viu à sua frente o maior de todos os ovos, partiu-se e nasceu uma avestruz. A galinha estava cada vez mais curiosa porque ainda faltavam dois ovos. De um deles nasceu um corcodilo e a galinha ia caindo para o lado. Do ultimo ovonasceu um pinto.
A galinha ficou muito contente e foi mostrar a sua ninhada às galinhas do mato.
A ninhada era variada e muito engraçada. As galinhas do mato aconselharam a galinha a cuidar só do pinto.
A galinha pensou:
- Eu não os posso abandonar porque os choquei com muito amor.
- Que outra mãe poderá tomar conta deles?
Mas ela de todos gostava e de todos cuidava.
Num dia tudo parecia correr bem quando apareceu um rapaz no bosque.
Apanhou o frango e os seus irmãos tentaram defendê-lo. Apareceu a irmã avestruz e o rapaz largou logo o frango e foi para a aldeia.
A mãe galinha decidiu comemorar e fez um bolo de todas as coisas que eles gostam e foram felizes para sempre.
Texto colectivo - 2º C

Quarta-feira, Fevereiro 28, 2007

A origem do Carnaval


Dez mil anos antes de Cristo, homens, mulheres e crianças reuniam-se no verão com os rostos mascarados e os corpos pintados para espantar os demónios da má colheita. As origens do Carnaval têm sido buscadas nas mais antigas celebrações da humanidade, tais como as Festas Egípcias que homenageavam a deusa Isis e o TouroApis.


Os gregos festejavam com grandiosidade nas Festas Lupercais e Saturnais a celebração da volta da primavera, que simbolizava o Renascer da Natureza. Mas num ponto todos concordavam, as grandes festas como o Carnaval estão associadas a fenómenos astronómicos e a ciclos naturais. O Carnaval caracteriza-se por festas, divertimentos públicos, bailes de máscaras e manifestações folclóricas.


O Carnaval é um período de festas regidas pelo ano lunar que tem suas origens na Antiguidade e recuperadas pelo cristianismo, que começava no dia de Reis (Epifania) e acabava na Quarta-feira de cinzas, às vésperas da Quaresma. O período do Carnaval era marcado pela "adeus à carne" ou "carne vale" dando origem ao termo "Carnaval". Durante o período do Carnaval havia uma grande concentração de festejos populares. Cada cidade brincava a seu modo, de acordo com seus costumes. O Carnaval moderno, feito de desfiles e fantasias, é produto da sociedade vitoriana do século XIX.

Na Europa, os mais famosos Carnavais foram ou são: os de Paris, Munique Veneza e Nice.








Actualmente o Carnaval do Rio de Janeiro, Brasil, é considerado um dos mais importantes desfiles do mundo.
Em Portugal, existe uma grande tradição carnavalesca, nomeadamente os Carnavais de Ovar, Loulé, Sesimbra e Sines, destacando-se o de Torres Vedras, por possuir o Carnaval mais antigo e dito o mais português de Portugal, que se mantém popular e fiel à tradição rejeitando o samba e outros estrangeirismos.
Rodrigo Filipe - 3º A


Terça-feira, Fevereiro 27, 2007

Visita à Biblioteca Municipal


No dia vinte e dois de Fevereiro de dois mil e sete fomos à Biblioteca Municipalde Setúbal que fica na Avenida Luísa Todi.
Quando chegámos à Sala dos Livros vimos e lemos os livros escolhidos por nós, depois colocámos os livros no carrinho para serem muito bem arrumados pela bibliotecária.
De seguida dirigimo-nos à Sala do Conto onde viajámos na imaginação e fantasia da história “A Bruxa Esbrenhuxa.


Texto colectivo do 2º Ano - A

Sexta-feira, Fevereiro 23, 2007

A nossa história de máscaras


Os piratas Diogo e Alair chegaram na sua caravela e encontraram dois monstros: o Hugo Esqueleto e o Marcos Derretido, a assaltar a Cristiana, Luisa Todi. Eles tentavam roubar o famoso anel de rubi com os seus poderes curativos. Os monstros queriam voltar a ser normais e bonitos. Mas, como os piratas também queriam o anel, envolveram-se numa batalha com os monstros. Luisa Todi continuava presa no buraco dos escaravelhos dos monstros.
As chinesas: Alexandra e Taís, que eram as empregadas de Luisa Todi, foram avisar a Joaninha Mágica, a Diana, do que se estava a passar. A Joaninha sabia como encontrar o herói Lucas tartaruga ninja para salvar a Luisa Todi e expulsar os monstros da ilha do Vulcão.
As gémeas espanholas: Catarina, Joana e Bianca, ficaram muito assustadas e fugiram para o circo da tia palhaça: A Joana Trapalhona. No circo, as gémeas conheceram a Branca de Neve, Lara e a Jasmine, Raquel e as princesas Barbie, Ana e a Cláudia e brincaram todas juntas. A bruxa Paula e a sua filha Sara resolveram ajudar o ninja, porque ele era apaixonado pela bruxinha Sara. Os três salvaram a Luisa Todi, devolveram o anel e expulsaram os vilões da ilha.


Texto elaborado em conjunto pelos alunos da Prof. Paula, 4.º ano.

Quarta-feira, Fevereiro 14, 2007

Ida à Ludoteca



No dia 13 de Fevereiro a turma do 2º C foi à Ludoteca, um moinho, trabalhar as profissões.
Trabalhámos as seguintes profissões: o sapateiro, o alfaiate e o amola-tesouras.
Todas estas profissões estão em vias de extinção. O sapateiro arranjava e fazia sapatos. O alfaiate fazia fatos para os homens. O amola-tesouras afiava facas e tesouras e arranjava guarda-chuvas.

Quando acabámos as profissões brincámos na mercearia, com os matraquilhos, ao hospital, com a casa, ao cabeleireiro e vestimo-nos com várias roupas.
Gostámos muito de estar na Ludoteca e gostávamos de voltar lá para fazer outras actividades.

Texto colectivo do 2º ano - C







Elmer e Alber


O Elmer e os outos elefantes estavam à espera do seu primo Alber; o Alber ia visitá-lo à sua casa. Mas o Alber nunca mais chegava. Então o Elmer e os outros elefantes decidiram ir à procura dele. O Elmer avisou os outros elefantes que ele gostava de pregar partidas aos outros especialmente com a voz, porque ele era ventríloquo. E de repente ouviram:-uhuh Elmer estou aqui. O Elmer e os outros elefantes correram para o lugar de onde vinha a voz. O tigre exclamou:
- Estão à minha procura?
Entretanto, numa partida que o Alber fez, subiu para uma árvore e o Elmer e os outros elefantes já cansados de tantas partidas decidiram ir para casa lanchar.
De repente ouviram: Socorro! Socorro!
Estou em cima de um ramo de uma árvore! Elmer e os outros elefantes correram para o sítio de onde vinha a voz e viram o Alber muito aflito em cima de um ramo de uma árvore, de onde não conseguia descer.
Os elefantes com as suas trombas agarraram no ramo para o Alber descer.
O Alber quando desceu agradeceu aos amigos pela ajuda e foram todos para casa a rir e a brincar à procura do lanche.

Texto colectivo do 2º C

Quinta-feira, Fevereiro 08, 2007

Eu já sei escrever




A Nádia dá ao bebé a papa.
O pai não papa a lula .
A Nádia papa pão, mel e leite .
O pai ama o popó.
A Nádia ama o Nuno.
A Nádia põe a panela ali.
A mãe ama o pai.
O pai papa pão.
Eu dou um nó no meu sapato.
A mãe põe a mala ali.
A Rute dá a saia à Nádia.
A mãe ama o popó.
Olá Nádia é a tua mota.
O popó apita.
O popó está ali.
O tio Nuno deu a nota à Ana.
A Nádia é bonita.

Nádia Pinto - 1º ano - A

Quarta-feira, Fevereiro 07, 2007

A nuvem


A nuvem anda no céu azul
Está tão alta que não
a consigo apanhar.

A nuvem corre como o vento,
É amiga do Sol e do vento,
A chuva aparece no momento.

Miriam Sampaio - 2º A

O amor da minha mãe


Subi um dia à mais alta montanha
que a terra tem
e nada maior de lá vi
que o amor da minha mãe.

Diogo Martins - 2º A

A nuvem tagarela


Um menino chamado João viu uma gota a cair do céu e dizia entre si :
-Aquela gota parece uma lágrima a cair do céu.
-Mas quem está a chorar ?
- Será a Lua?...O Sol?...As estrelas?...A nuvem?
Então o João saiu de casa e perguntou à nuvem porque é que ela estava a chorar .
A nuvem respondeu :
-Porque o Sol se foi embora e eu já não posso conversar.

Afonso Grossinho - 2º A

O meu coração voou

O meu coração voou...
Voou com asas fortes...
Voou por cima do oceano pacifico...
Rumo ao mais infinito!
Infinito na procura,
Beleza nas esmeraldas,
Perdida...
Perfume sábio do oriente!
Queria-te a ti...
como a água corrente!
Catarata,
Emergente: forte!
Montanha agreste...
Rocha...
Vento norte...
Amor para sempre!
O meu coração para ti voou.

Copiado pela Rita Santos - 2º A

Terça-feira, Fevereiro 06, 2007

Uma estrela no fundo do mar


Olá eu sou a Mariana e a minha mãe é a Triangulina. A minha mãe acha que eu não posso fazer uma estrela porque não sou igual aos meus irmãos.Eles são triangulares e eu sou um hexágono. A minha professora acha que eu não posso entrar na escola, porque sou diferente dos meus irmãos.Lembrei-me de uma história que a minha mãe me contou: o patinho feio.Será que eu sou o hexágono feio? Não, não pode ser.Já sei vou pedir aos meus irmãos para se porem à minha volta e assim todos juntos construimos a maior estrela da escola.

Mariana Silva - 3º A

Segunda-feira, Fevereiro 05, 2007

Provérbios com sabor a ambiente


- A rã não esvazia o charco onde vive.
- A ciência é mãe da dúvida.

- A terra diz: dá-me e eu dar-te-ei.
- Muda-te a ti próprio e o mundo mudará.
- Deus criou uma erva para cada doença.
- Mais faz quem quer do que quem pode.
- Quem planta árvores e cria, tem alegria.
- Ao pequeno passarinho trata com carinho.
- Quando bebes a água, pensa na nascente.
- Quem come tudo num dia no outro assobia.
- Quem planta a nogueira não colhe as nozes.
- Para saber não basta ler, é preciso viver e ver.
- O médico cura, mas é a natureza que restabelece.
- Quem não ama os animais também não ama as pessoas.
- Com o tempo e a paciência a folha da amoreira torna-se seda.
- Quem não poupa água nem lenha, não poupa nada que tenha.
- Quem verdadeiramente quer ajudar, tenha actos e não palavras.
- Não utilizes o machado na árvore que te protegeu da tempestade.
- As pessoas são governadas mais pelos exemplos do que pelas leis.
- As pessoas admiram o carvalho. Mas quem pensa na bolota que o fez nascer?
- Quem quer fazer uma coisa encontra um meio; quem não quer encontra uma desculpa.

Rita Machado - 4º A

Sexta-feira, Fevereiro 02, 2007

Provérbios de Fevereiro


- Neve em Fevereiro, presságio do mau celeiro.
- Para parte de Fevereiro, guarda a lenha no quinteiro.
- Em Fevereiro põe o teu fumeiro.
- Aveia de Fevereiro enche o celeiro.
- Em Fevereiro neve e frio; é de esperar calor no estio.
- Em Fevereiro mata o teu carneiro.
- Dia de S. Brás, a cegonha verás, e se não a vires o Inverno vem atrás.
- Fevereiro trocou dois dias por uma tigela de papas.
- Fevereiro coxo, em seus dias vinte e oito.
- Fevereiro é o mais curto mês e o menos cortês.
- Aí vem o meu irmão Março, que fará o que eu não faço.
- Bons dias em Janeiro, enganam o homem em Fevereiro.
- Pelo S. Matias, noites iguais aos dias.
- Em dia de S. Matias começam as enxertias.
- Em Fevereiro chuva, em Agosto uva.
- Lá vem Fevereiro, que leva a orelha e o carneiro.
- Quando não chove em Fevereiro, nem bom prado, nem bom palheiro.
- Quer no começo, quer no fundo, em Fevereiro vem o Entrudo.
- Se o Inverno não faz o seu dever em Janeiro, faz em Fevereiro.
- Chuva de Fevereiro vale por estrume.
- Aproveite Fevereiro quem folgou em Janeiro.
Pesquisa feita pelos alunos do 4º - B

Quinta-feira, Fevereiro 01, 2007

Área de Projecto - Pesquisando o Estudo do Meio através das TIC - 4º B


A Área de Projecto tem sido trabalhada recorrendo às horas dedicadas às TIC, como apoio, pesquisas necessárias a cada grupo, assim definidos:

Passado Nacional:

Alair
Diogo Banha
Hugo Dias
Cristiana Gomes

Astros:
Lara Estevam
Bianca
Ana Serrenho
Catarina Fernandes

Astros II:
Valter
Lucas
Marcos
Raquel
Cláudia
Sons:
Taís
Sara
Joana Silva
Joana Andreia

Quarta-feira, Janeiro 31, 2007

Amizade!!!



Uma palavra tão bonita
mas tantas vezes esquecida
e no entanto tão perto.

Por vezes as pessoas esquececem-se
que só pelo facto de sorrir,
cumprimentar , ajudar.
Alguém é feliz.

E ás vezes basta tão pouco ,
para ser FELIZ!

Andresa Peixoto-3ºA

O meu palhaço

O meu palhaço
vive no terraço.
Mas o meu palhaço
tinha cara de aço.

Mas a minha mãe
comprou-me um palhaço novo
e eu sem saber
disse que era um polvo

Mãe muito obrigado
não era preciso
ires ao super-mercado
comprar o palhaço
sem prévio aviso

Cistiana Damásio Sousa 3ºA

Terça-feira, Janeiro 30, 2007

Passatempo


Substitui os pontos de interrogação por números.

1204
x 4?
_______
?0?0
4?1?
_______
54180

O Inverno e a neve


Era uma vez o Inverno e sempre que se formava não tinha um único amigo. Então decidiu:
-Vou fazer um amigo para mim! E então, pum.
Apareceu um amigo, um Boneco de Neve. A partir daí fizeram muitas coisas juntos tais como atirar bolsas de neve, patinar num lago congelado, enfim montes de coisas! O Inverno cada ano ficava mais frio e o Boneco cada vez maior. Um dia de tanta brincadeira, a Primavera tinha chegado! Mas que tristeza, o Inverno e o Boneco de Neve derreteram, bem o Inverno não derreteu exactamente. Enfim, o Inverno passou a viver outra vez sozinho.

Bernardo Santos – 3º A

Como se faz cor- de- laranja


Deram uma caixa de aguarelas ao menino Miguel, mas a caixa não tem cor-de-laranja.
- Agora não posso fazer o meu desenho! – disse o Miguel.
- Tenho de ir ter com a bruxa das cores. – pensou o menino.
E lá foi ele ter com a bruxa das cores. Depois encontrou o anão Verdocas que era o amigo da bruxa.
- Sabe onde está a bruxa das cores? – perguntou o Miguel ao Verdocas.
- Sei. Porquê?
- Porque me ofereceram uma caixa de aguarelas, mas essa caixa não tem cor-de-laranja. E não sei como é que se faz. – disse o menino.
- Mas onde está a bruxa? – perguntou novamente o Miguel.
- Está naquela gruta muito verde. – respondeu o anão.
E lá foi o menino com muito cuidado para a gruta verde, encontrou a bruxa e perguntou:
- Sabe como se faz o cor-de-laranja?
- Claro que sei. – respondeu a bruxa.
- É pôr alho, casca de banana, açúcar, sal, banana partida aos bocadinhos e terra vermelha na panela e assim tens cor-de-laranja.
- Há! obrigado – agradeceu o Miguel.
E lá foi o Miguel para a sua casa acabar o desenho.

Mariana Silva 3º A

Sexta-feira, Janeiro 26, 2007

Golo


Os meninos
Que jogam à bola na minha rua
Jogam com o Sol
E os pés dos meninos
São pés de alegria e de vento
A baliza uma nuvem tonta
À toa
Na luz do dia
E eu olho os meninos e a bola
Que voa
E oiço os meninos gritar : Go...o...lo!...
E não há perder nem ganhar
Só perde quem os olhos dos meninos
Não puder olhar

Copiado por João Marcelo - 2º C

Área de Projecto - Turma do Prof. Carlos Rodrigues - 4.º ano


Neste espaço, damos a conhecer o trabalho desenvolvido pelo professor Carlos Rodrigues e seus alunos em Área de Projecto, a qual está inserida no Projecto Curricular de Turma para o presente ano escolar.
Cada vez mais as regiões polares são importantes na contribuição para as alterações climáticas e ambientais, pois funcionam como sistemas de refrigeração da Terra, através das trocas de calor ao nível dos oceanos e atmosfera que regulam o clima do nosso planeta.
Mostrar o que se passa no Ártico e no Antárctico ao nível das mudanças no clima, nos ecossistemas, e as consequências que estas regiões têm para o resto da Terra é o objectivo do Ano Polar Internacional que elegeu a Educação, como seu tema central.
De facto, o Concelho Internacional para a Ciência declarou o período de 1 de Março de 2007 a 1 de Março de 2009, como Ano polar Internacional.

Tendo este quadro de educação ambiental como referência, e no âmbito da Área de projecto, os alunos têm centrado o seu trabalho no estudo das Zonas Polares e das Zonas de Paisagem Protegida, Parques e Reservas Naturais.

Para que o trabalho desenvolvido seja mais eficaz, a turma encontra-se dividida em pequenos grupos de trabalho, cada um com a tarefa de estudar e pesquisar sobre determinados Sub-Temas. A pesquisa efectuada por cada grupo pode ser visualizada nos links. A saber:


Parque Natural da Arrábida:

Maria Ferrão
Joana Pinto
Isabel Vicente

http://www.azeitao.net/arrabida/pna/

Parque Nacional da Penêda Gerês:

Pedro Silva
Bernardo Nunes
Iúri Arsénio
João Costa
Catarina Artífice


http://peneda-geres.naturlink.pt/
http://www.geira.pt/pnpg/index.html

Paisagem Protegida da Arriba Fóssil da Costa da Caparica:

Ana Machado
Crinei da Silva
Bruno Lavado
Joana Ferro

Reserva Natural do Estuário do Sado:

Jéssica Felipe
Ana Peralta
Catarina Sousa
Carolina Saragoça

Reserva Natural do Estuário do Tejo:

Pedro Costa
Daniel Rosa
Teresa Moreira
Leonor Fernandes

http://laseeb.isr.ist.utl.pt/dct/EcoEvo/EstuarioTejo/sld001.html

http://www.visitportugal.com/NR/exeres/465F4656-CC44-41F4-900A-62ECD3FB23F3,frameless.htm

Parque Natural Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina:

Lara Mota
Carolina Pinto
Catarina Fernando
Diana Vieira

http://www.naturlink.pt/canais/Artigo.asp?iArtigo=6986&iLingua=1
http://www.portugalalgarve.net/algar_info_p.htm

O trabalho de estudo e de pesquisa decorrerá ao longo do ano lectivo, havendo sempre a possibilidade de novas informações serem inseridas neste espaço.

Bom Trabalho a todos!

Terça-feira, Janeiro 23, 2007

Um lugar encantado


Era uma vez um lugar encantado onde vivia uma menina chamada Nharebate.
Nara tinha uma casinha que ficava num bosque muito verde. Havia um lago de água cristalina e uma ponte onde podíamos atravessar para ir andar de barco. Era um lugar tão bonito que no céu víamos muitos pássaros, ao longe as montanhas eram cobertas pela neve branquinha.
Nharebate vivia tão feliz neste lugar que passava os dias a rebolar na relva e a nadar no lago.

Nharebate – 3º A

A Lenda da Nossa Senhora da Anunciada

Era uma vez uma senhora muito velhota , que quase não se conseguia mexer. Ela todos os dias ia à praia apanhar gravetos para pôr na fogueira. Ouve um dia que foi pôr os gravetos na fogueira e um deles saltou três vezes. À terceira vez examinou o graveto e tinha a imagem da Nossa Senhora da Anunciada e ela gritou "Virgem Maria". Foi lentamente anunciar às vizinhas e depois foram pôr a imagem numa igreja e foi asim que nasceu a lenda de Nossa Senhora da Anunciada.

Madalena Gomes Luis - 3ºA

Terça-feira, Janeiro 16, 2007

Zeca, o sapateiro da floresta verde


No dia 10 de Janeiro de 2007 eu e a minha turma fomos de autocarro à Ludoteca " O Moinho" ver o teatro" Zeca, o sapateiro da floresta verde".
Entrámos, e vimos a história que eu vou contar:
O Zeca trabalha numa oficina e tinha muitos clientes que íam lá deixar sapatos para os arranjar. Com o passar do tempo o Zeca começou a perder os seus clientes, pois as pessoas preferiam ir aos centros comerciais, onde as coisas estavam mais na moda.
Certo dia o Zeca ouviu dizer que que íam muitas pessoas à Floresta Verde e dicidiu ir lá.Conseguiu arranjar um lugar onde podia trabalhar a sua profissão.E voltou a ter clientes.Um deles era a lagarta Miraldina,que pediu uns sapatos de lagarta que tinham de estar prontos em três dias.Nesse dia também apareceu a borboleta Pintarola que queria uns sapatinhos que estivessem prontos ao fim de três dias.O Alfaiate Bernardino era o amigo do Zeca que nesse mesmo dia lhe pediu uns sapatos que tinham de estar prontos daqui a três dias.Para o Zeca ter material foi à sua oficina buscá-lo para fazer os sapatos.Passado três dias a Miraldina,a Pintarola e o Bernardino foram lá buscar os sapatos. Quem os entregou foram umas amigas minhas.
E assim acabou a história. No final da peça cantámos todos uma música, depois fomos para o autocarro de regresso à escola.

Mariana Silva - 3º A

Zeca, o sapateiro da floresta verde


No dia 10 de Janeiro eu, a minha turma e a minha professora Maria João Dias fomos à Ludoteca "O Moinho" ver uma peça de teatro que se chamava: "Zeca o sapateiro da floresta verde".
Partimos às 11h de autocarro.
Fomos recebidos pelo Zeca e entrámos por um cogumelo gigante.
Assistimos à peça de teatro que nos mostrou que existem profissões que estão em vias de extinção, como por exenplo o sapateiro e o alfaiate.
Quando acabou, voltámos para a escola pelo mesmo meio de transporte.

Bernardo Santos - 3º A

Quinta-feira, Janeiro 11, 2007

Provérbios de Janeiro


O luar de Janeiro não tem parceiro; mas lá vem o de Agosto que lhe dá pelo rosto.

Trovão em Janeiro, nem bom prado nem bom palheiro.

Não há luar como o de Janeiro, nem amor como o primeiro.

Janeiro frio e molhado, enche a tulha e farta o gado.

A 20 de Janeiro tem uma hora por inteiro, quem lá chegar hora e meia há-de achar.

Os bons dias em Janeiro, vem-se a pagar em Fevereiro.

A 20 de Janeiro sobe ao outeiro, se vir verdejar põe-te a chorar; se vir negrejar põe-te a cantar.

A água de Janeiro traz azeite ao olival, vinho ao lagar e palha ao palheiro.

Ao luar de Janeiro, se conta dinheiro.

A água de Janeiro, vale dinheiro.

Ao minguante de Janeiro, corta o madeiro

Escritos por alunos da Professora Rute, 2.º ano:

Joana Catarina
João Samuel
João Rafael
Daniela Ramos
Ana Filipa
Carlos Miguel

Terça-feira, Dezembro 12, 2006

O Natal que vem


Este Natal espero receber o maior presente de todos: paz para todo o mundo. Esse era definitivamente o melhor presente de todos.Também espero que a minha prima Lussy, traga o seu colchão, porque eu e o Diogo, o meu primo pequeno, vamos dormir lá no local da festa. Eu vou inventar muitos jogos novos para toda a família e amigols. Ah é verdade, eu queria convidar alguns amigos, mas também sei que essas pessoas têm família e de certeza que querem passar o Natal com elas.

Bernardo Santos - 3º A

Quinta-feira, Dezembro 07, 2006

O prato chinês


Era uma vez um prato chinês que tinha vindo parar à minha casa. Como não falava português, não percebia quando eu e o meu irmão pedíamos esparguete ou batatas fritas, porque na China não havia. Só nos dava arroz! Era arroz com tudo! Como já estávamos fartos, eu e o meu irmão pusemos o prato a ver bonecos animados em português. Um dia, quando chegámos da escola, tínhamos o almoço feito: arroz à Pateta, arroz à Homem - Aranha, arroz à Super-Homem, arroz... arroz... arroz...

Rodrigo Filipe - 3º ano - A

Quarta-feira, Dezembro 06, 2006

O Natal


O Natal é uma data muito importante porque nesse dia nasceu o Menino Jesus. Nesse dia à meia noite abrem-se as prendas. Eu gosto de comer nozes, arroz-doce, rabanadas, filhoses e amêndoas. Eu no Natal queria receber um carro, um jogo para a playstation e duas histórias para ler. E gostava de oferecer aos meus pais mil abraços e ser um bom filho.

Tiago Grilo – 2º ano - C

O Natal Feliz


Eu gosto do Natal. É bonito porque as crianças gostam de enfeitar a casa com decoracões de Natal e nessa época festeja-se o nascimento de Jesus. O que eu gosto mais no Natal não são só as prendas que são importantes, Jesus também é muito importante. Eu no Natal recebo muitas prendas de toda a família. Essa data é a de que eu mais gosto. No Natal podemos fazer um presépio com todas as imagens da família de Jesus, os reis Magos e os pastores que O foram visitar.
Na escola, eu e os meus colegas, todos os anos fazemos textos, desenhos e muitas mais coisas.
Catarina Dias - 2º ano - C

Quinta-feira, Novembro 23, 2006

Provérbios



De pequenino é que se torce o pepino.

Enquanto há vida há esperança.

A cavalo dado não se olha o dente.

Dos fracos não reza a história.

Cada cabeça sua sentença.

Março, marsagão, manhãs de Inverno tardes de Verão.

Cada macaco no seu galho.

Devagar se vai ao longe.

Abril águas mil coadas com um funil.

Ninguém deve mandar, se não aprendeu a obedecer.

Nariz de cão e cu de gente, nunca está quente.

Quem não arrisca não petisca.

Natal em casa, Páscoa na praça.

Quem dorme com criança acorda molhado.

No Carnaval ninguém leva a mal.


Em Abril águas mil.

Barrigudo não dança, só sacode a pança.

Quem o feio ama bonito lhe parece.

Quem diz a verdade não merece castigo.

Nem tudo o que vem à rede é peixe.

Azar no jogo, sorte nos amores.


Quem vai à guerra dá e leva.

Caranguejo que dorme, maré que o leva.

Gaivotas em terra, tempestade no mar.


Pesquisa efectuada pelos alunos do 3º B

Quarta-feira, Novembro 22, 2006

A turma do 3º C


O meu nome é Cláudia, tenho 10 anos. Os meus olhos são pretos e o meu cabelo também. Nasci em Cabo Verde, sou Cabo Verdiana. Sou uma menina alegre e simpática.

O meu nome é Liliana, tenho 8 anos, o meu cabelo é castanho e os meus olhos também. Sou portuguesa e vivo em Setúbal.

Eu chamo-me Micaela, tenho 8 anos, os meus olhos são azuis e tenho cabelo castanho. Nasci em
Setubal, sou portuguesa. Sou simptica, não sou tímida e sou alegre.

O meu nome é Diogo, tenho 8 anos, o meu cabelo é castanho e os meus olhos são verdes. Sou um português e vivo em Setúbal. Sou um menino muito simpático.

Chamo-me João Pedro do Nascimento Gonçalves tenho 8 anos, o meu cabelo é loiro e tenho olhos azuis. Nasci na maternidade, a minha nacionalidade é portuguesa e sou simpático e não sou tímido e sou alegre.

O meu nome é Gabriel e a cor do meu cabelo é preto e a cor dos meus olhos é castanhos escoros e Tenho 8 anos e a minha nacionalidade é brasileira, nasci em Minas Gerais - Brasil.
Sou timido e sou alegre e simpático e a minha boca e o meu nariz são pequenos.

O meu nome é Larissa, tenho 10 anos, nasci no dia 1 de Setembro de 1966 no Brasil, sou brasileira. Tenho cabelos e olhos castanhos, nariz e boca pequenas e sou alta. Sou simpática, alegre e não sou tímida.

O meu nome é Sara, a minha idade é 8 anos, a cor dos meus olhos é castanha, a cor do meu cabelo é castanho claro, nasci em Setúbal, a minha nacionalidade é Portuguesa. Sou simpática, alegre e não sou tímida.

O meu nome é Nazaré, tenho 8 anos. O meu cabelo é preto e os meus olhos também.
Nasci na Guiné, sou guiniense. Sou alegre e simpática.

Eu chamo-me Gonçalo, tenho 8 anos. Os meus olhos são verdes e o meu cabelo é loiro. Sou alegre e simpático.

Chamo-me Bruno e,tenho 8 anos,os meus olhos são castanhos e o meu cabelo é loiro. Nasci em Portugal e não sou tímido, sou forte, sou simpático e sou alegre.

Eu chamo-me Beatriz, tenho 8 anos, a cor dos meus olhos é castanha, os meus cabelos são castanhos. Nasci em Setúbal, sou Portuguesa, alegre e sou simpática para a professora.

O meu nome é Joana. Tenho 8 anos, olhos castanhos e cabelo castanho escuro. Nasci em Setúbal, sou portuguesa. Sou simpática às vezes, não sou tímida e sou alegre.

O meu nome é Cristiana, a minha idade é 8 anos. Os meus olhos são castanho escuro, a cor do meu cabelo é castanho claro. Nasci em Setúbal, a minha nacionalidade é portuguesa. Sou simpática, não sou tímida, sou alegre.

O meu nome é Cristyan kesler. Eu tenho 10 anos, sou alto, olhos negros, moreno, e sou simpático e muito alegre. Nasci no Brasil , a minha nacionalidade é brasileira, e a minha data de nascimento é dia vinte e seis de Setembro. Sou bonito.

O meu nome é ´Débora Banha e tenho 8 anos.
Os meus olhos são pretos e os meus cabelos também. Nasci em Angola, a minha nacionalidade é angolana. Eu sou alegre.

Eu chamo-me Cristina Isabel da Silva Laureano. O meu cabelo é castanho claro. Tenho 9 anos, sou sincera, querida e sou amiga de todos os meus colegas. Os meus olhos são azuis. Eu nasci em Santarém, a minha nacionalidade é Portuguesa. Sou simpática, algumas vezes sou tímida e outras sou alegre.

Terça-feira, Novembro 21, 2006

Tradições de Natal


O Natal é uma festa muito bonita. As ruas enfeitam-se de luzes, as lojas têm as montras bonitas. Faz-se o presépio na cidade, para ser visitado por todos. O Pai Natal anda pela baixa a distribuir “prendinhas” por todas as crianças. Por vezes até cai “neve”. É muito engraçado!!! Parece que todas as pessoas estão felizes e bem dispostas.
É pena que o Natal não seja todos os dias!

Andresa Peixoto - 3º A
Na nossa localidade normalmente festejamos o Natal, reunindo a família. Na noite da consoada comemos bacalhau cozido com batatas e couves, bolo-rei, rabanadas e outros doces... Entretanto esperamos pela meia noite para fazermos a troca de presentes. No dia 25 a família continua reunida e as crianças brincam com os novos brinquedos.
Bernardo Santos - 3º - A

Quarta-feira, Novembro 15, 2006

Adivinhas


Qual é coisa
qual é ela
que nasce grande
e morre pequena?

O que é , que é
que cai de pé
e corre deitada?

Alto está
alto mora
todos o vêem
ninguém o adora?

Qual é coisa, qual é ela
tem coroa mas não é rei,
tem escamas,
mas não é peixe?

Qual é coisa, qual é ela
quantos mais buracos tem
menos rota está?

Os homens me dão governo
E aos homens governo dou,
Se eles se esquecem de mim,
O meu governo acabou.

O que é que é
que passa por todas as casas
sem sair do lugar?

Tenho eu as sete cores,
no céu gosto de as mostrar
não passam duma ilusão
ninguém as pode apanhar?

Uma senhora
muito assenhorada
nunca sai de casa
está sempre molhada.

Qual é coisa, qual é ela
que cai no chão
e fica amarela?

O que é que é
que quanto mais alto está
melhor se chega?

Qual é coisa, qual é ela
que tem focinho de cão,
orelhas de cão e não é cão,
rabo de cão e não é cão?

Pesquisa feita pelos alunos do 2º A

Terça-feira, Novembro 14, 2006

Ida ao teatro


Amigos para sempre

No dia 3 de Novembro fomos ao teatro Tivoli a Lisboa

O Tobias era um jovem coelho com muito pêlo e com uns óculos azuis.
As suas amigas borboletas explicaram que há muitas raças diferentes umas com pêlo e as outras sem pêlo umas com asas e outras sem asas e explicaram que sermos iguais não tem graça nenhuma.

Tobias e Gaspar participaram numa aventura das suas vidas. Descobriram que aquilo que somos por dentro é muito mais importante do que aquilo que mostramos por fora.

«Amigos para sempre» é uma peça de teatro que traz muita amizade, respeito, amor e coragem.

Sofia Margarida – 3º A

Segunda-feira, Novembro 13, 2006

A minha família


A minha família é carinhosa
e por vezes sossegada.
A minha família é sossegadinha
e por vezes amiguinha.

Sara – 4º B

A minha família
é muito grande:
sou eu e mais
duas irmãs muito lindas

Tenho pai e mãe
mas de quem eu gosto muito mais
é de quem me tem

Avós são quatro
e mais um emprestado
por isso podem ver
que a minha família é grande

Hugo Dias – 4º B

A minha família pequena
de grande tradição,
vamos sempre à feira
ver a procissão.

A minha família em casa
não gosta do Verão,
ninguém aguenta
com tanto calorão.

Minha mãe, meu pai
queridos que são
quando me ajudam
na correcção!
A minha família
é uma questão,
de paciência e
de atenção.

O meu passarinho
e o meu irmão,
são os meus amigos
do coração!!

Cristiana Gomes - 4ºB

As brincadeiras


Os meninos faziam amigos e depois brincavam à macaca, às escondidas e também aos berlindes, mas a brincadeira que eles gostavam mais era o jogo da macaca porque eles davam saltos e faziam exercício.
Um dia , viram uma menina sózinha sem ninguém . Viram-na a chorar por isso foram ver se ela queria brincar. Ela disse que sim. E lá foram brincar à macaca mas, ela não sabia jogar e então ensinaram-na.
Ela caiu e então ajudaram-na a levantar-se . Ela disse obrigado. Curou a ferida com betadine e foi brincar outra vez.

Bianca - 4º B

Provérbios do S.Martinho


A cada Bacorinho, vem seu S. Martinho.
Não há bacorinho sem seu S. Martinho.
No dia de S. Martinho vai à adega e prova o vinho.
No dia de S. Martinho, mata o teu porco e prova o teu vinho.
No dia de S. Martinho: lume, castanhas e vinho.
Pelo S. Martinho todo o mosto é bom vinho.
Pelo S. Martinho, deixa a água pró moinho.
Quem bebe no S. Martinho, faz de velho e de menino.
Queres pasmar o teu vizinho? Lavra e esterca p'lo S. Martinho.
Se o Inverno não erra caminho, temo-lo pelo S. Martinho.

Pesquisa feita pelos alunos do 4ª A

Entrevista


Hoje o carteiro não trouxe correspondência.
Veio falar-nos do seu trabalho. Colocámos-lhe as seguintes perguntas:
Os alunos - Como se chama?
O carteiro - Eu chamo-me Rui Machado.
Os alunos - Que idade tem?
O carteiro - Tenho 35 anos.
Os alunos - Há quantos anos trabalha nos Correios?
O carteiro - Vou completar 18 anos.
Os alunos - Que meio de transporte utiliza para entregar a correspondência?
O carteiro - Utilizo uma mota mas já entreguei a correspondência a pé.
Os alunos - O Senhor só entrega cartas ou também encomendas.
O carteiro - Entrego de tudo, jornais, cartas, encomendas, revistas, catálogos, correio azul e correio ver
Os alunos - Quantos carteiros há na cidade de Setúbal?
O carteiro - Há 71 carteiros na cidade de Setúbal.
Os alunos - Em que zona da cidade de Setúbal entrega a correspondência?
O carteiro - Distribuo correspondência no Vale da Rasca, no Portinho da Arrábida, no Hospital do Outão, na Figueirinha, na Aldeia Grande e na Quinta do Esteval.
Os alunos - Trabalha sempre na mesma zona ou muda?
O carteiro - Mudo de Zona (São Paulo).
Os alunos - Quem separa as cartas e as distribui pelos carteiros?
O carteiro - São carteiros que separam as cartas e fazem-no manualmente.
Os alunos - Todos os carteiros levam o mesmo número de cartas?
O carteiro - Não. Depende do volume de trabalho.
Os alunos - Sabe quantas cartas entrega por dia?
O carteiro - Hoje entreguei 839 cartas, 22 revistas e 21 cartas registadas.
Os alunos - Qual é o seu horário de trabalho?
O carteiro - É das 6 da manhã ás 11horas .
Entro ao meio-dia e saio ás 15 horas.
Os alunos - Gosta do que faz?
O carteiro - Gosto muito do meu trabalho.

Trabalho colectivo dos alunos do 4º A

Quinta-feira, Novembro 09, 2006

Temos um blog!


Benvindos ao blog da nossa escola. Este espaço é de todos e pretendemos a tua colaboração para o tornar cada vez mais agradável. Envia textos e imagens ou outros trabalhos que penses serem interessantes.